FestLuso Maranhão 2018




TEATRO ARTUR AZEVEDO
Dia 15 de agosto – quarta-feira - Teatro Artur Azevedo
20h - Abertura Oficial
20:30 min
Pão com Ovo – Cia. Santa Ignorância – São Luís – Brasil
A comédia retrata de forma bem humorada situações dos costumes e hábitos das diferentes classes sociais, contando a história das personagens, Dijé (Adeílson Santos), moradora de bairro da periferia, o seu marido Zé Maria (Charles Jr.) e Clarisse, (César Boaes) uma emergente alpinista social.
Amigas de escola que se reencontram anos depois e falam de coisas engraçadas do cotidiano das suas vidas, retratando de forma bem humorada o atendimento nas empresas púbicas e privadas e os hábitos e costumes de determinadas classes sociais.
Ficha Artística E Técnica
Autor: Adenílson Santos e César Boaes
Direção: César Boaes
Elenco: Adenílson Santos, César Boaes e Charles Jr.
Figurinos: criação coletiva
Cenografia: César Boaes
Desenho de luz: Djair Barros
Produção local: Dan Rosseto e Fabio Camara
Assistente de produção: João Jullo
Operador de luz: Bob Lima
Operador de som: Iasmine Lima
Designer gráfico: Hudson Santos
Fotos: Ayrton Vale e Rafaela Gonçalves
Assessoria de imprensa: Fabio Câmara
Realização: Santa Ignorância Cia. de Artes
Informações
Comédia | 12 anos | 90 min.
  
TEATRO ALCIONE NAZARÉ

Dia 16 de agosto – quinta-feira – 20:30 min. 
Alguém me sabe dizer se o meu chapéu está bem posto? - Folha de Medronho – Associação de Artes Performativas – Loulé – Portugal
Sozinha em cena e na vida, tendo como interlocutor vários animais de estimação, uma mulher da limpeza, ou técnica assistente de higiene e limpeza, reflete em voz alta sobre o que vê e ouve nos pequenos mundos onde o seu dia-a-dia se consome. A narrativa não segue uma lógica. São pensamentos soltos em voz alta, desfile de pequenas estórias que constroem uma vida, pedaços agridoces de um mundo que gira entre a crueldade, o sarcasmo e o 'nonsense'. Deliberadamente é um espetáculo que não quer ditar uma moral, mas também não tem a pretensão de ser amoral. Com tanta moralidade proclamada que nos entra pelos olhos e ouvidos dentro diariamente, para logo depois ser esquartejada, o melhor é ser o espectador a escolher o chapéu que lhe interessa e perguntar: “Alguém me sabe dizer se o meu chapéu está bem posto?”.
Ficha Artística e Técnica
Textos: Karl Valentim e Pedro Malaquias
Encenação: João De Mello Alvim
Produção e interpretação: Alexandra Diogo
Assistência de produção e apoio vocal: Sara Mendes Vicente
Sonoplastia, design e comunicação: Martim Santos
Fotografias: Rafael Guerreiro
Assistência de comunicação: Rafael Guerreiro
Apoio a internacionalização: DGARTES
Apoio à Internacionalização: Governo de Portugal, Secretaria de Estado da Cultura, DGArtes e Câmara Municipal de Loulé.
Informações
Comédia Dramática | A partir de 12 anos | 55 min.

Dia - 17/08 – sexta-feira – 20:30 min. Migrações – Título Provisório | Arte e Engenhos - Associação Cultural | Almada – Lisboa - Portugal
Propomos migrações no espaço, no tempo e na mente, sendo as mais  centuadas verificadas no plano da mente e da oralidade; um trajecto à volta de uma estrutura organizada por dois textos – texto A e B, um narrando na primeira pessoa a vinda de Moçambique para Portugal, outro espelhando o
esforço da mente, num processo de alucinação, em conseguir erguer um sentido para o fluxo de palavras e de frases num ritmo fora da área conversacional. O trabalho das Palavras. Ao aliar o texto A ao texto B confronta-se: de um lado a Realidade, do outro o Real, sem mediação; convoca-se quem assiste a estar, a desenvolver uma actividade mental permanente, a ser um produtor e não um consumidor. É um convite ao espectador a trabalhar na fábrica de Construção de Sentidos, a manifestar uma derradeira obra do espírito criador, a fazer uma reflexão sobre a relação do Teatro com o próprio espectador – uma apaixonada e dramática meditação sobre a vida e a morte.
Ficha Artística e Técnica
Texto, Dramaturgia e Interpretação: Sandra Hung
Encenação, Dramaturgia e Selecção Musical: Rogério de Carvalho
Assistência de Encenação, Interpretação: Paula Reis
Apoio Vocal: Luís Madureira
Direcção Técnica, Luz, Sonoplastia e
Produção Executiva: João Chicó | Contrapeso
Projecção: João Chicó a partir de vídeo de João Seiça
Fotografia: Carolina Thadeu e Paulo Hung
Registo Videográfico: Paulo Hung
Design de Comunicação: Miguel Pacheco Gomes
Vídeo Promocional: João Seiça
Produção: Artes e Engenhos
Apoio ao projecto: Câmara Municipal de Almada e Teatro Extremo
Apoio à Internacionalização: República Portuguesa|Cultura|Dgartes
Informações
Drama | M14 | 65min


Dia 18/08 – sábado – 20:30 min. 
Recados de Lá - Ooutro d’Santana – Maputo - Moçambique
Dois homens desconhecidos  e traumatizados  encontram-se desesperados  num  abrigo como  fugitivos de  guerra. Em pleno cenário de tensão e devastação cada um vai  relatando as  suas  horríveis vivências, cada uma mais  dramática  que a outra. Os raptos, crianças soldados, estupros são também imagens bem vivas nos personagens. Num clima de tensão, desespero, trauma  e revolta eles vão-se divergindo quanto as razões e possíveis soluções deste dilema em que estão condenados. Na verdade "Recados de lá"  são  recados  e  gritos  ignorados  de milhares de inocentes   vítimas de guerras sangrentas no mundo.
Ficha Artística e Técnica
Texto: Diaz Santana
Elenco:  Kaká dos Santos e Diaz Santana
Encenação: Diaz Santana
Ideia e Dicas: João de Mello Alvim
Fotos: Charles  Alberto
Informações
Drama | M/12 | 60 min.


SEDE DA PEQUENA COMPANHIA DE TEATRO

Dia 16/08 – quinta-feira – 18:30 min. 
Velhos Caem Como Canivetes – Pequena Companhia de Teatro – São Luís – Brasil
Um ser alado cai no quintal de um ser humano. É a partir dessa premissa que a narrativa se desenvolve. O ser humano, um catador de lixo que tenta sobreviver à miséria que assola sua família, vê sua rotina mudar com a queda de um ser alado em seu quintal. O espanto inicial dá lugar à necessidade de identificar o estranho ser, gerando um permanente questionamento quanto à definição do ser alado. Seria um anjo? Um frango? Um delírio provocado pela fome? É nessa teia que o espectador é convidado a se equilibrar, enquanto os dois seres se digladiam em um intenso confronto dialético. O exílio forçoso de um, e a miséria do outro, pontuam a trama, que apresenta um cenário pós-apocalíptico permeado de desesperança. Um ser alado e um ser humano, no abismo de suas percepções, preconceitos, medos e dúvidas.
Ficha Artística e Técnica
Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha
Ser Alado: Jorge Choairy
Ser Humano: Cláudio Marconcine
Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha
Trilha sonora: Jorge Choairy E Marcelo Flecha
Produção: Katia Lopes
Identidade visual: Cláudio Marconcine
Assessoria de imprensa: Jorge Choairy
Operador de luz e som: Marcelo Flecha
Fotos divulgação: Ayrton Valle
Informações
Teatro adulto| 12 anos| 55min.

Dia 17/08 – sexta-feira – 18:30 min.
Nos Tempos de Gungunhanha – Klement Tsamba- Moçambique
Era duma vez um guerreiro da tribo tsonga chamado Umbangananamani, que fora em tempos casado com uma linda mulher da tribo Macua, de nome Malice. Não tiveram filhos. Mas tentaram muito. Este é o mote que dá início ao grande karingana ou conto tradicional sobre a vida de um simples guerreiro, mas que muito rapidamente se vai transformar numa sequência de outros pequenos karinganas que relatam aspectos curiosos ligados à vida na corte do rei Gungunhana, onde a crueldade e as mortes por vezes se misturam com o humor, em cada karingana contado e cantado com a graça dos ritmos tradicionais africanos. Mas este karingana, não tem nada a ver com Gungunhana! Voltemos então à história: Karingana wa Karingana!
Ficha Artística e Técnica
Criação/Interpretação: Klemente Tsamba
Textos originais: Ungulani Ba Ka Khosa
Apoio/Assistência criativa: Filipa Figueiredo, Paulo Cintrão e Ricardo Karitsis.
Adereços e figurinos: Klemente Tsamba
Fotografia: Margareth Leite
Informações
Drama – História | M /16  | 60 min.


Dia 18/08 – sábado – 18:30 min.
Desmontagem - Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência – Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz – Porto Alegre – RS - Brasil
A desmontagem “Evocando os mortos – Poéticas da experiência” refaz o caminho do ator na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz.
Seguindo a linha de investigação sobre teatro ritual de origem artaudiana e performance contemporânea a desmontagem de Tânia Farias propõe um mergulho num fazer teatral onde o trabalho autoral do ator condensa um ato real com um ato simbólico, provocando experiências que dissolvam os limites entre arte e vida e ao mesmo tempo potencializem a reflexão e o autoconhecimento.
Ficha Artística e Técnica
Criação da Atuadora Tânia Farias a partir de quatro personagens de espetáculos da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.
Concepção e atuação: Tânia Farias
Produção:Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
Informações
Desmontagem| M/16 | 90 min.

ESPETÁCULO NA RUA
PRAÇA NAURO MACHADO

Dia16/08 – quinta-feira – 17h
Duplo Molière – Grupo Harém de Teatro – Teresina - PI – Brasil
É um jogo entre o autor e sua obra entre o texto e o contexto em que viveu.
Vida e obra se intercalam contando o universo de Jean Baptiste Poquelin esse autor/ator é um dos maiores artista que o mundo conheceu.
Crítico voraz da sociedade francesa, Molière atirou para todos os lados sem perdoar ninguém.
Ficha Artística e Técnica
Dramaturgia e Encenação: Arimatan Martins
Elenco: Francisco Pellé, Francisco de Castro, Fernando Freitas, Marcel Julian, Luciano Brandão, Kaio César.
Figurinos: Bid Lima
Material Cenográfico: Emanuel de Andrade
Paisagem Sonora: Fagão Silva
Cabelos, Perucas e Maquiagem: Ari Carvalho
Fotos: Margareth Leith e Geirlys Silva
Iluminação: Assaí Campelo
Programação Visual: Paulo Moura/Irmãodecriação.
Produção: Soraya Guimarães/Navilouca Produções
Informações
Teatro na Rua | Comédia | Livre | 50 min.

 Dia 17/08 – sexta-feira - 17h
Brasil Pequeno Itinerante – Genifer Gerhardt – Porto Alegre – RS – Brasil
Tem história que é da Bahia, tem do Rio Grande do Sul também. Vai para o Tocantins, desce para o Paraná, segue o bordado em Minas Gerais. Tudo alinhado feito colcha de retalhos de avó – para lá, para cá. É um espetáculo Teatro de Bonecos em Miniatura que fala de pessoas. Pessoas que Genifer encontrou em viagens pelo Brasil, conhecidas em olhos, ouvidos e afetos. A habitar seus bolsos, os bonecos carregam as histórias de cada estar e de cada sentir. Carregam a grandeza que habita o detalhe.
Ficha Artística e Técnica
Direção, confecção e animação dos bonecos em miniatura: Genifer Gerhardt.
Orientação de miniaturização: Paulo Martins Fontes.
Figurino: Margarida Rache
Preparação musical (sanfona): Renato Müller.
Informações
Teatro de Boneco| Livre| 40 min.

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