FestLuso Teresina - PI - 2018






 



THEATRO 4 DE SETEMBRO

Dia 20/08 – Segunda-Feira – 20h
Duas Sem Três – companhia de dança Raiz di Polon - Praia – Cabo Verde
A mulher tem um lugar especial na cultura cabo-verdiana. Num país de emigrantes, são as mulheres que mantém as tradições e asseguram a sobrevivência e a continuação. O Batuque é um exemplo impressionante da força da contribuição da mulher africana à cultura do seu continente. Deste contexto surgiu a idéia de transformar o imaginário feminino num dueto feito pelas bailarinas da companhia Raiz di Polon. O canto e a utilização do corpo como instrumento musical são também constantes na cultura cabo-verdiana, permitindo o desmultiplicar da linguagem corporal, dos ritmos e sonoridades.
Ficha Artística e Técnica
Obra de Mário Lúcio Sousa
Coreografia: Elisabete Fernandes e Rosy Timas
Música Original: Mário Lúcio Sousa
Orientação trabalhos de voz e corpo: Margarida Mestre
Desenho de Luz e Coordenação Técnica: Carlos Ramos
Desenho de som: Raúl Ribeiro
Produtor e técnico: Jeffery Paul Hessney
Co-produção: Danças na Cidade e Raiz di Polon
Fotografia: Jorge Gonçalves
Produção Executiva: Raiz di Polon
Apoio á internacionalização:
Informações
Dança Teatro| M/13 | 35min

Dia 21/08 – Terça-Feira – 20h
Alguém me sabe dizer se o meu chapéu está bem posto? - Folha de Medronho – Associação de Artes Performativas – Loulé – Portugal
Sozinha em cena e na vida, tendo como interlocutor vários animais de estimação, uma mulher da limpeza, ou técnica assistente de higiene e limpeza, reflete em voz alta sobre o que vê e ouve nos pequenos mundos onde o seu dia-a-dia se consome. A narrativa não segue uma lógica. São pensamentos soltos em voz alta, desfile de pequenas estórias que constroem uma vida, pedaços agridoces de um mundo que gira entre a crueldade, o sarcasmo e o 'nonsense'. Deliberadamente é um espetáculo que não quer ditar uma moral, mas também não tem a pretensão de ser amoral. Com tanta moralidade proclamada que nos entra pelos olhos e ouvidos dentro diariamente, para logo depois ser esquartejada, o melhor é ser o espectador a escolher o chapéu que lhe interessa e perguntar: “Alguém me sabe dizer se o meu chapéu está bem posto?”.
Ficha Artística e Técnica
Textos: Karl Valentim e Pedro Malaquias
Encenação: João De Mello Alvim
Produção e interpretação: Alexandra Diogo
Assistência de produção e apoio vocal: Sara Mendes Vicente
Sonoplastia, design e comunicação: Martim Santos
Fotografias: Rafael Guerreiro
Assistência de comunicação: Rafael Guerreiro
Apoio a internacionalização: DGARTES
Apoio à Internacionalização: Governo de Portugal, Secretaria de Estado da Cultura, DGArtes e Câmara Municipal de Loulé.
Informações
Comédia Dramática | A partir de 12 anos | 55 min.



Dia 22/08 – Quarta-Feira – 20h
Canções Ibéricas – Companhia da Chanca – Coimbra – Portugal
Espetáculo de musica, entre uma voz e um piano. Canções ibéricas à roda de Federico Garcia Lorca e José Afonso.
Ficha Artística e Técnica
Voz – Catarina Santana
Piano – André Louro
Teatro Musical|Livre|60min
Apoio à Internacionalização: Fundação Calouste Gulbenkian

Dia 23/08 – Quinta-Feira – 20h
A Órfã do Rei – Grupo Caixa Preta de Teatro – Registro – SP - Brasil
Aborda os conflitos psicológicos de uma menina órfã criada em um convento e que seria destinada ao matrimônio com um colono português em meados do século XVI. A personagem é vivenciada simultaneamente pelas atrizes Paloma Medeiros e Juliana Marsala, e reflete o surto que a personagem mergulha ao descobrir o que o destino lhe reserva, através de suas escritas narradas em uma vertiginosa encenação dirigida por Fabiano Muniz.
Ficha Artística e Técnica
Texto: José Mena Abrantes
Elenco: Paloma Medeiros e Juliana Marsala
Figurinos: Jane Klitzke
Preparação Corporal: Emerson Trankas
Assistente de Direção: João Fonseca
Supervisão Artística: Fernando Barbosa
Direção Geral: Fabiano Muniz
Realização: Grupo Caixa Preta de Teatro
Informações
Drama | 14 anos | 60 min.

Dia 24/08 – Sexta-Feira – 20h
Sítio – Companhia da Chanca – Coimbra – Portugal
Um casal de idosos que vive numa aldeia no interior de Portugal recebe um postal anunciando o nascimento do seu neto. Os dois decidem juntar numa encomenda algumas prendas para enviar para o neto que está no estrangeiro e partem numa longa caminhada. Com o embrulho debaixo do braço e uma doce fúria de viver, eles vão experimentar uma série de pequenas e ternas aventuras, partilhar memórias e até apagar um incêndio. No final da epopeia, conseguem chegar… à estação de correios da vila mais próxima!
Ficha Artística e Técnica
Criação e Interpretação: André Louro
Criação e Interpretação: Catarina Santana
Máscaras e Espaço Cênico: António Jorge
Apoio Artístico: Sílvia Brito e Caroline Bergeron
Desenho de Luz e Direção Técnica: Mafalda Oliveira
Figurinos: Maria Ribeiro
Apoio à Internacionalização: Fundação Calouste Gulbenkian
Informações
Teatro de máscara | M/6 anos | 50 min.

Dia 25/08 – Sábado – 20h
Migrações – Título Provisório | Arte e Engenhos - Associação Cultural | Almada, Portugal
Propomos migrações no espaço, no tempo e na mente, sendo as mais  centuadas verificadas no plano da mente e da oralidade; um trajecto à volta de uma estrutura organizada por dois textos – texto A e B, um narrando na primeira pessoa a vinda de Moçambique para Portugal, outro espelhando o esforço da mente, num processo de alucinação, em conseguir erguer um sentido para o fluxo de palavras e de frases num ritmo fora da área conversacional. O trabalho das Palavras. Ao aliar o texto A ao texto B confronta-se: de um lado a Realidade, do outro o Real, sem mediação; convoca-se quem assiste a estar, a desenvolver uma actividade mental permanente, a ser um produtor e não um consumidor. É um convite ao espectador a trabalhar na fábrica de Construção de Sentidos, a manifestar uma derradeira obra do espírito criador, a fazer uma reflexão sobre a relação do Teatro com o próprio espectador – uma apaixonada e dramática meditação sobre a vida e a morte.
Ficha Artística e Técnica
Texto, Dramaturgia e Interpretação: Sandra Hung
Encenação, Dramaturgia e Selecção Musical: Rogério de Carvalho
Assistência de Encenação, Interpretação: Paula Reis
Apoio Vocal: Luís Madureira
Direcção Técnica, Luz, Sonoplastia e
Produção Executiva: João Chicó | Contrapeso
Projecção: João Chicó a partir de vídeo de João Seiça
Fotografia: Carolina Thadeu e Paulo Hung
Registo Videográfico: Paulo Hung
Design de Comunicação: Miguel Pacheco Gomes
Vídeo Promocional: João Seiça
Produção: Artes e Engenhos
Apoio ao projecto: Câmara Municipal de Almada e Teatro Extremo
Apoio à Internacionalização: República Portuguesa|Cultura|Dgartes
Informações
Drama| M14| 65min

TEATRO ESTAÇÃO
MOSTRA FEMININO NA LUSOFONIA

DIA 21/08 – Terça-Feira - 22h
A Desmontagem - Evocando os mortos – Poéticas da experiência – Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz – Porto Alegre – RS - Brasil
A desmontagem “Evocando os mortos – Poéticas da experiência” refaz o caminho do ator na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz.
Seguindo a linha de investigação sobre teatro ritual de origem artaudiana e performance contemporânea a desmontagem de Tânia Farias propõe um mergulho num fazer teatral onde o trabalho autoral do ator condensa um ato real com um ato simbólico, provocando experiências que dissolvam os limites entre arte e vida e ao mesmo tempo potencializem a reflexão e o autoconhecimento.
Ficha Artística e Técnica
Criação da Atuadora Tânia Farias a partir de quatro personagens de espetáculos da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.
Concepção e atuação: Tânia Farias
Produção:Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
Informações
| M/14 | 90 min.

Dia 22/08 - Quarta-Feira - 22h
Medeia | Arte e Engenhos - Associação Cultural | Almada, Portugal
Deste projecto quer-se um solo, uma montagem teatral, uma leitura sobre o mito de Medeia a partir de reescritas contemporâneas do mito. Defende-se como eixo central o trabalho do actor e a importância da palavra enquanto agente da acção – a palavra surge como geradora de imagens, de estados físicos e psíquicos, sendo uma potencial arma de combate. Convocando outros tempos, outros olhos, outras vozes e outras realidades, procuramos fazer dialogar diferentes espaços e tempos – retomar questões de ontem, reformulá-las à luz do nosso quotidiano e problemáticas, interessa-nos. Acreditamos que é no voltar, no fazer nossas as questões de outro, na tentativa de perceber e conhecer sociedades diferentes da nossa e/ou de um outro tempo, que fica facilitado o pensar o presente e o apontar um futuro.
Ficha Artística e Técnica
Texto: a partir de Eurípides e de reescritas contemporâneas do mito de Medeia
Co-criação: Sandra Hung e Francisco Salgado
Interpretação: Sandra Hung
Dramaturgia: Anabela Mendes
Apoio à Dramaturgia: Luísa Sousa
Direcção Ténica e Operação: João Chicó
Direcção de Produção: Ana Sêrro
Produção Executiva, Fotografia e Figurino: Carolina Thadeu
Design de Comunicação: Miguel Pacheco Gomes
Vídeo Promocional: Leonardo Mouramateus
Produção: Artes e Engenhos |
Apoio ao projecto: Câmara Municipal de Almada e Teatro Extremo
Apoio à Internacionalização: DGArtes | República Portuguesa (colocar Logo)
Informações
Drama|M/16| 55min

Dia 23/08 – Quinta-Feira - 22h
Sobejo – A Outra Companhia de Teatro – Salvador – BA – Brasil
Violência física, psicológica, doméstica, violência que machuca o corpo e fere a alma: violência contra a mulher. Sobejo retrata a biografia fictícia da personagem Georgina Serrat, uma dona de casa que depositou a fé sobre sua felicidade no casamento, e como muitas mulheres do nosso tempo tem seus sonhos frustrados pelas agressões de um marido violento. Num misto de flashbacks e depoimentos, vemos uma mulher enclausurada em suas memórias, detalhando um cotidiano cruel, num ambiente caótico como metáfora para o caos presente na cabeça da personagem.
Ficha Artística e Técnica
Texto e direção: Luiz Buranga
Elenco: Eddy Veríssimo
Preparação Corporal, Operação de Luz e Produção Executiva: Israel Barretto/ A Outra Companhia de Teatro
Direção de Movimento e Operação de Som: Anderson Danttas
Direção Musical e Estudo de Texto: Roquildes Junior
Cenário, Adereços, Iluminação e Figurino: Luiz Buranga
Assistente de Iluminação e Contrarregra: Maria Carla
Coordenação de Produção: Eddy Veríssimo
Mediação Cultural: Eddy Veríssimo e Israel Barretto
Assistente de Mediação: Dani Aprendiz
Arte gráfica: Camilo Froes
Comunicação: Roquildes Junior e Théâtre Comunicação
Crédito da Foto: Andréa Magnoni
Audiovisual: Rogério Vilaronga
Realização: A Outra Companhia de Teatro
Informações
Drama | 16 anos | 60min.
Dia 24/08 - Sexta-Feira - 22h
Nkatikuloni (A Outra) – Grupo de Teatro Girassol – Maputo – Moçambique
Nkatikuloni é uma expressão changana - língua bantu do sul de Moçambique. Não se confundido com o termo ocidental "rival" as Nkatikulonis são mulheres do mesmo marido. A peça é uma reflexão em torno da condição de se ser esposa e se ser a outra esposa do mesmo marido, numa sociedade em que os valores, hábitos e costumes associados a cultura dos povos africanos vêem se na encruzilhada de um reconhecimento ou legitimidade sob ponto de vista dos conceitos ocidentais.
Ficha Artística e Técnica
Autoria e Textos: Joaquim Matavel
Encenação: Joaquim Matavel
Actrizes: Sheila Nhachengo e Júlia Novela
Técnico: Horácio Mazuze
Luz e Som: Criação Conjunta
Apoio à Internaciolização: Faizal António
Informações
Drama | 14 anos | 45 min. 

 Dia 25/08 – Sábado – 22h
Mujeres Violentas – Boa Companhia - Campinas – Brasil
Tudo começa com uma simples palestra sobre a violência contra mulher. Pouco a pouco o discurso vai se adensando, ganhando estranhamento na descrição ritmada de lugares, motivos e maneiras de se violar uma mulher. Logo mais, por meio de uma teatralidade ágil e surpreendente, cenas rápidas vão construindo um mosaico de denúncia, testemunho e crítica sobre o fato das mulheres terem sido historicamente vítimas de violência. Até quando?
Ficha Artística e Técnica
Direção e dramaturgia: Cláudia Echenique
Atuação: Verônica Fabrini e Ló Guimarães
Iluminação: Cláudia Echenique
Trilha Sonora: Silas Oliveira
Cenário e Iluminação: Érico Daminelli
Fotografia: Maycon Soldan
Produção: Juliana Saravali e Cais das Artes
Realização: Boa Companhia
Teatro / Drama | 16 anos | 60 min.

 PRAÇA PEDRO II 

Dia 22/08 - Quarta-Feira – 17:00 min.
Brasil Pequeno Itinerante - Genifer Gerhardt – Porto Alegre – RS – Brasil
Tem história que é da Bahia, tem do Rio Grande do Sul também. Vai para o Tocantins, desce para o Paraná, segue o bordado em Minas Gerais. Tudo alinhado feito colcha de retalhos de avó – para lá, para cá. É um espetáculo Teatro de Bonecos em Miniatura que fala de pessoas. Pessoas que Genifer encontrou em viagens pelo Brasil, conhecidas em olhos, ouvidos e afetos. A habitar seus bolsos, os bonecos carregam as histórias de cada estar e de cada sentir. Carregam a grandeza que habita o detalhe.
Ficha Artística e Técnica
Direção, confecção e animação dos bonecos em miniatura: Genifer Gerhardt.
Orientação de miniaturização: Paulo Martins Fontes.
Figurino: Margarida Rache
Preparação musical (sanfona): Renato Müller.
Informações
Teatro de Boneco| Livre| 40 min.
TEATRO TORQUATO NETO

Dia 24/08 – sexta-feira - 18h
Recados de lá – Ooutro d’Santana – Moçambique
Dois homens desconhecidos  e traumatizados  encontram-se desesperados  num  abrigo como  fugitivos de  guerra. Em pleno cenário de tensão e devastação cada um vai  relatando as  suas  horríveis vivências, cada uma mais  dramática  que a outra. Os raptos, crianças soldados, estupros são também imagens bem vivas nos personagens. Num clima de tensão, desespero, trauma  e revolta eles vão-se divergindo quanto as razões e possíveis soluções deste dilema em que estão condenados. Na verdade "Recados de lá"  são  recados  e  gritos  ignorados  de milhares de inocentes   vítimas de guerras sangrentas no mundo.
Ficha Artística e Técnica
Texto: Diaz Santana
Elenco:  Kaká dos Santos e Diaz Santana
Encenação: Diaz Santana
Ideia e Dicas: João de Mello Alvim
Fotos: Charles  Alberto
Apoio á internacionalizações
Informações
Drama | M/12 | 60 min.

CASA DA CULTURA DE TERESINA

Dia 21/08 – Terça-Feira - 18:30 min.
O Libertino Passeia por Braga, A Idolátrica, O Seu Esplendor – André Louro/António Olaio – Coimbra – Portugal
O anti-heroi deste “O Libertino” é o próprio Luiz Pacheco, que à data de 1961, andou nas carrinhas da biblioteca itinerante da Fundação Gulbenkian, carrinhas cheias de livros que percorriam o país real, fornecendo alimento às mentes sedentas de leitura, principalmente as jovens gerações. É à sombra de uma dessas carrinhas, estacionada em Braga que o Libertino tenta seduzir lolitas e magalas. Num país acanhado, de gente agredida no corpo e na alma, não há espaço para D.Juan, Sade ou Casanova, apenas para um “pobre diabo” que deseja e não alcança, é um Libertino à escala do país que éramos (somos?).
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Interpretação: André Louro
Encenação: António Olaio
Desenho de Luz e Direção Técnica: Mafalda Oliveira
Figurino: Maria Ribeiro
Assistente de encenação: Anabela Felício
Apoio à Internacionalização: Fundação Calouste Gulbenkian
 Informações
 Sátira e comédia | M/16 | 55 min.


OFICINAS 

     Teatro e Encenação – Rogério de Carvalho- Angola/Portugal
    Local: Escola de Teatro Gomes Campos
    Público Alvo: Alunos da Escola de Teatro Gomes Campos
    Alunos da Oficina de Teatro Procópio Ferreira
    Dias: 21 a 24/08 - terça a sexta-feira
    Horários: 14h às 17h
    Vagas: 25

O Jogo Físico na Cena: Práticas Físicas para a Prontidão Corpórea – Israel Barreto - Salvador - BA
    Local: Sala Procópio Ferreira – Theatro 4 de Setembro
    Público Alvo: Atores e Bailarinos
    Dias: 21 a 23/08 – terça a quinta-feira
    Horários: 09h às 11h
    Vagas: 25

 
Uma viagem em silêncio: da máscara neutra à larvar – Catarina Santana - Portugal
    Local: Casa da Cultura de Teresina
    Público Alvo: Interessados no trabalho de Teatro de Máscaras
    Dias: 21 e 22/08 – terça e quarta-feira
    Vagas: 20

Mozambik – Jogos de A a Zinco – Klement Tsamba - Moçambique
    Local: Casa da Cultura de Teresina
    Público Alvo: Atores e Bailarinos
    Dia 23/08 – Quinta-Feira
    Horário: 09h às 13h
    Vagas: 25






SHOWS MUSICAIS

SAMBATOM
Dia 20/08 – Segunda – Feira – 22h
Espaço Cultural Osório Junior

FESTA DA LUSÓFONIA
BANDA SUNSARA-(Sara Roberta)
Dia 25/08 – Sábado – 23h
Espaço Cultural Trilhos


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